sábado, 1 de agosto de 2009

Amor - Devoção incodicional aos outros

Tanto em hebraico(ahab) como no grego(agape), as palavras traduzidas como "amor" são ações em palavras, indicando atos conscientes em relação ao ser amado. Entretanto, o amor bíblico parece demandar mais do que um mero comportamento para incluir uma certa atitude interior, isto é, uma reação positiva do coração (1Jo 3.17).
Enquanto diversas palavras gregas descrevem formas específicas de amor, a palavra grega agape expressa principalmente o amor sem egoísmo e cristão. Paulo descreve a preocupação com o bem estar do outro, sem egoísmo, leal, benevolente como "o maior" dom de todos (1Co 13:13). O amor cristão é fruto do Espírito Santo, uma virtude da vida santa (Gl 5.22).
Os atributos do amor refletem tanto sentimentos como atos amorosos (1Co 13:4-8). O amor verdadeiro é caracterizado como:
paciente e longânimo (v. 4);
benigno e delicado com todos (v. 4);
não egoísta e doador (v. 5);
verdadeiro e honesto (v. 6);
cheio de esperança e encorajador (v. 7);
persistente e sem fim (v. 7).
O amor bíblico não é invejoso, nem orgulhoso, nem egocêntrico, nem rude e nem provocativo (vs.4-5)
Sem amor, os dons do Espírito não são dignos de justiça, e os frutos do Espírito ficam incompletos (v. 8). O amor de Cristo é eterno. Enquanto tudo mais falha, o amor não falha. É permanente, incondicional, tem consideração pelos outros resultante da poderosa presença do Espírito Santo, ao invés de ser produtos de esforços ou da vontade humana.
Fonte: Bíblia de Estudo da Mulher

sábado, 11 de julho de 2009

CPAD disponibiliza revista do 3º trimestre para download.
Clique e confira: www.cpad.com.br

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Dados de 1 João

Autor: Embora o escritor não tenha se identificado, os pais da Igreja Antiga, entre eles Clemente de Alexandria, Orígenes e Tertuliano mencionaram João como autor . Irineu (130-200 d.C.), ouvinte das testemunhas oculares de Policarpo, bispo de Esmirna e discípulo do apóstolo João, também concluiu que a epístola foi escrita por João, o discípulo do Senhor. Assim, há fortes evidências que indicam João, filho de Zebedeu e apóstolo de Jesus, como autor desta epístola.
Data: As três epístolas de João forma, provavelmente, escritas em Éfeso e dirigidas às igrejas da área circunvizinha da Ásia Menor (atual Turquia). A tradição situa a redação dessas epístolas nos últimos dias da vida de João, datando-as entre 80 e 95 d. C. A data precisa no entanto é desconhecida.
Contexto: Os destinatários da epístola estavam expostos a ensinos heréticos provenientes de um grupo de pessoas que abandonaram a igreja (1Jo 2.19). Esse grupo acreditava que coisas espirituais eram boas e que coisas físicas eram más. Para eles o Cristo divino, o Filho de Deus, não era o mesmo Jesus humano, que veio sofrer e morrer pelos pecados do mundo. Argumentavam terem conhecimento direto de Deus e serem moralmente perfeitos. No entanto o comportamento pecaminoso deles, a falta de amor e as reivindicações orgulhosas traíam tal crença herética.
Propósito: João escreveu aos crentes para fortalecer-lhes a fé (1Jo 1.4). Encorajou-os a perseverarem no ensino apostólico e a expressarem o evangelho pelo amor e pela vida reta (1Jo 2.1,26). Como remédio contra o ataque de posições heréticas, João assegurou aos cristãos o perdão, a vitória e a vida eterna por meio de Jesus Cristo (1Jo 5.13).
Destinatários: Historicamente, a heresia de caráter mais próxima àquela descrita na epístola era a heresia gnóstica, ensinada na Ásia Menor por Cerinto. Portanto é possível que a epístola tenha sido endereçada às igrejas da Ásia Menor.
Características literárias: O caráter literário da epístola é difícil de ser classificado. Na saudação e conclusão faltam os traços típicos de uma epístola do século I. No entanto, o autor, aparentemente, aborda uma situação específica que lhe é familiar, 1 João poderia ser uma epístola circular, contendo um sermão escrito ou um discurso.
Temas: A verdadeira mensagem do conhecimento de Deus leva ao reconhecimento de que Jesus é plenamente divino e plenamente humano. A fé verdadeira anda lado a lado da conduta correta; amor e vida reta não podem ser separados da fé verdadeira. A fé verdadeira produz confiança no perdão, na oração, na vitória contra o Maligno e na posse da vida eterna.

domingo, 28 de junho de 2009

O Objeitvo de João

O objetivo de João ao escrever era expor a heresia dos falsos mestres e confirmar a fé dos verdadeiros crentes. João declara ter escrito para dar garantia da vida eterna àqueles que Crêem “no nome do Filho de Deus" (5.13). A incerteza de seus leitores sobre sua condição espiritual foi causada por um conflito desordenado com os mestres de uma falsa doutrina. João refere-se ao ensinamento como enganosos (2.26; 3.7) e aos mestres como “falsos profetas” (4.1), mentirosos (2.22) e anticristos (2.18,22; 4.3). Eles um dia tinha estado com a igreja, mas tinha se afastado (2.19) e tinha se “levantado no mundo” (4.1) para propagar sua perigosa heresia.

Este falso ensinamento me parece ser precursor do Gnosticismo (do termo grego gnosis, que significa conhecimento), e reivindicavam possuir um conhecimento especial sobre Deus, a teologia e Jesus Cristo. Sua base doutrinária incluía:

I) que Jesus fosse realmente o Cristo (2:22),
II) a pré-existência do Filho de Deus (1:1; 4:15 e 5:5,10),
III) eles negavam a Encarnação de Cristo (4:2)
IV) que seu objetivo fosse vir para salvar os homens (4:9).

Porém, segundo alguns estudiosos, a forma exata dessa heresia, é incerta. Geralmente é afirmado que tinha alguma afinidade com os pontos de vista mantidos por Cerinto, na Ásia Menor, no fim do primeiro século, ainda que não fosse inteiramente idêntico com aquilo que se sabe sobre seu ensino. De acordo com Cerinto, Jesus foi um homem bom, no qual o Cristo celestial viera habitar desde o tempo de seu batismo até pouco antes de sua crucificação.

Isto é combatido em diversas passagens da epístola, que afirma que Jesus é o Cristo (5:6) o Filho de Deus (2:22, 5:1,5). O ensino de Cerinto baseava-se no dualismo gnóstico entre o espíritual e o material, que negava a possibilidade de Deus (Espírito) ter se tornado homem (Matéria). Outra versão desta heresia, o Docetismo (do grego dokeo, parecer) afirmava que a Encarnação foi aparente, não uma realidade concreta. A posição de Cerinto, que fica entre essas duas, afirma que a Encarnação foi temporária, ou seja, desde o batismo até o momento da crucificação.

O método de João em expor os erros dos hereges e confrontá-los com a verdade. Cristo Jesus é a fonte da vida e nós podemos receber a vida eterna que Ele nos prometeu. E essa vida é oferecida a todos, indistintamente, não somente a um grupo de iniciados na doutrina gnóstica.

terça-feira, 23 de junho de 2009

1ª Epistola de João

Título: 1 João
Autor: João
Data e Ocasião: 85-95 d.C.
Tema: A Verdade Cristológica e a Conduta Cristã
Propósito: Defender a cristologia (a fé em Jesus Cristo tal como Ele é - verdadeiro homem e verdadeiro Deus) da heresia gnóstica (cristologia deturpada que negava total ou parcialmente as naturezas de Cristo) e, a moral (a conduta própria do cristão) da anomia dos gnósticos (que afirmava ser impossível às ações humanas prejudicar o relacionamento com o divino).
Estrutura: I. Prefácio (1.1-4)
II. A Vida na Luz (1.5-2.29)
III. Viver como filhos de Deus, defendendo a fé cristã e as naturezas de Cristo(3.1-5.13)
IV. Conclusão: A Confiança do Cristão (5.14-21)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Lição 3º Trimestre de 2009

Pessoal a lição do 3º trimestre de 2009, já está para começar, então vamos todos nos preparar para aprender o máximo sobre Cristo.
O tema da revista está no contexto de 1 João com o título de: Os fundamentos da fé cristã e a perfeita comunhão com o Pai.
Espero que todos aproveitem essa rica oportunidade de estudar essa carta que é rica em conhecimento de Deus, aguardo todos para o próximo trimestre.